segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Amaury Ribeiro Jr. diz que CPI mostrará que privatizações foram ´roubalheira geral

privatariatucana
Autor de um dos livros brasileiros mais vendidos em dezembro de 2011 e janeiro deste ano, o jornalista Amaury Ribeiro Jr. afirmou que vê com naturalidade a reação do ex-governador José Serra (PSDB) ao conteúdo de "A Privataria Tucana". Para ele, quando a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as privatizações promovidas durante a década de 1990 for instalada na Câmara Federal, o tucano terá revelado seu lado "autoritário" e blindado pela mídia.

"A Privataria Tucana" apresenta indícios claros, a partir de documentos públicos ou obtidos legalmente, de um esquema bilionário de fraudes no processo de privatização de estatais durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Serra, que era o ministro do Planejamento, gestor do processo, tem parentes e pessoas próximas acusadas de envolvimento com movimentações de contas em paraísos fiscais, além de operações de lavagem de dinheiro. O jornalista acusa ainda o ex-caixa de campanha do PSDB e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira de ter atuado como "artesão" da construção de consórcios de privatização em troca de propinas.

O pedido de CPI da Privataria foi protocolado pelo deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) em dezembro, com 185 assinaturas, 14 a mais do que o mínimo exigido para abertura da comissão na Câmara. Ele obteve o compromisso do presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS) de que haveria encaminhamento da demanda em fevereiro, após o recesso parlamentar de fim de ano.

Serra chegou a chamar o livro de "lixo" e, mais recentemente, disse também que a CPI para investigar as revelações presentes no documento não passava de uma "palhaçada". Ribeiro Júnior disse receber as manifestações sem surpresa, mas retrucou afirmando que o ex-governador é "um cara autoritário", e que isso se deve à misteriosa blindagem que a mídia mantém em torno dele.

"Ele (Serra) está tentando me desqualificar porque não tem como explicar as coisas que estão lá (no livro), porque são inexplicáveis. Ele tenta usar outros caminhos para se defender", avalia. "Embora utilize um discurso democrático, ele não sabe tratar as pessoas, não sabe lidar com (críticas feitas por) jornalista”, criticou Ribeiro Júnior.

Ribeiro ainda enxergou com bons olhos a investigação que será realizada pela CPI, que segundo ele, "servirá para aprofundar os trabalhos, trazer fatos novos". O autor acredita que com uma apuração mais aprofundada, utilizando-se todos os instrumentos legais de uma CPI, muita novidade irá surgir.

"(A CPI) Vai mostrar que a coisa foi muito maior. Vai mostrar que foi uma roubalheira geral, que foi só para enriquecer pessoas mesmo, e que o patrimônio do Brasil foi lapidado para enriquecer pessoas ligadas ao tucanato. Com certeza vai chegar a valores assustadores e nomes grandes", previu.

O jornalista também alertou para possíveis tentativas da velha mídia de tentar abafar os trabalhos da CPI. "Com certeza eles vão tentar esconder, como fizeram na época do Banestado. Eles não vão destacar porque muitos desses órgãos de comunicação se beneficiaram das privatizações."

Mais denúncias

Ribeiro relatou que está trabalhando em três outras reportagens, que podem render material para novos livros. “Este ano ainda vou soltar outro livro, mas vamos decidir qual será a prioridade”, falou. Sem revelar os conteúdos, o autor adiantou que um deles trata das artimanhas de uma mineradora para "fraudar o pagamento de royalties".
Fonte: Rede Brasil Atual

Dilma: A educação é ferramenta para que o país continue crescendo

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (16) que o desenvolvimento do Brasil depende da educação. No programa semanal Café com a Presidenta, ela destacou a democratização do acesso ao ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (Prouni). Juntas, as iniciativas contabilizam mais de 300 mil vagas abertas desde o início do ano.
“O desenvolvimento do país depende da educação e por isso esses programas são tão importantes, são tão estratégicos para o jovem, para a sua família e, sobretudo, para o Brasil”, disse. “Nossa intenção é garantir a todos os jovens que queiram frequentar a universidade uma chance, uma oportunidade”, completou.
Dilma lembrou que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) permite que o estudante financie até 100% da mensalidade, com juros de 3,4% ao ano. O programa prevê ainda que o aluno só comece a pagar o empréstimo um ano e meio após o término da faculdade. O prazo é três vezes mais que a duração do curso.
Além disso, segundo a presidente, jovens que optarem por cursos de licenciatura ou de medicina e que forem trabalhar dando aulas em escolas públicas ou atendendo pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) em locais em que há carência de médicos poderão ter o débito do Fies reduzido.
“A educação é a principal ferramenta para a conquista dos sonhos de cada um e também para que o Brasil continue crescendo, distribuindo renda, para que seja um país de oportunidade para todas as pessoas. Nada é mais importante que a educação quando se trata de distribuição de renda e de garantia de futuro”, concluiu Dilma.

Fonte: Agência Brasil

Altamiro Borges: "Privataria tucana" derrota a mídia

O livro "A privataria tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., é um fenômeno editorial. Lançado em 9 de dezembro, ele já alcançou o posto de mais vendido nas maiores listas deste fim de semana, como das revistas Veja, dos jornais Folha, O Globo, Estadão e nas redes Saraiva, Laselva, Cultura e Fnac.


Segundo a Geração Editorial, responsável pela publicação, "o fenômeno continua deixando vendedores de queixo caído". Afinal, o livro foi sabotado descaradamente pela maior parte da velha mídia. Não foi alvo de resenhas nos jornalões e revistonas e, até agora, não obteve qualquer destaque na TV Globo. 

A força das redes sociais
A obra, que detalha os esquemas criminosos de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito do processo de privatização das estatais na era FHC, não agradou os barões da mídia. Eles preferiram o silêncio para ocultar o envolvimento de tucanos de alto plumagem, principalmente para blindar José Serra.

O sucesso de vendas, segundo a Geração Editorial, tem uma única explicação. "Esse resultado foi devido ao trabalho das redes sociais, blogs e afins, já que a chamada 'grande mídia' ignorou ou simplesmente criticou A Privataria Tucana. Nestes últimos 30 dias foram 120 mil exemplares impressos".

CPI da Privataria Tucana
Esse fenômeno fez com que o livro alcançasse rapidamente o topo dos mais vendidos e desbancou grandes best-sellers, como a biografia de Steve Jobs e o novo romance do Jô Soares. Ele também "provocou o pedido de abertura da CPI da Privataria, requerida pelo deputado federal Protógenes Queiroz".

Em tempos de internet, a mídia alternativa "conseguiu mostrar sua força e mobilizou em cadeia nacional milhares de pessoas que esperavam por um livro como este. Uma obra que exibe 140 páginas de documentos oficiais e 200 de textos que mostram a promíscua relação entre o público e o privado, especialmente durante as privatizações realizadas durante os governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e as relações dos familiares do ex-ministro José Serra".

Publicado no Blog do Miro

'Sou grato ao Enem', diz estudante de escola pública aprovado na UFRJ

O estudante João Paulo de Carvalho Gama, de 18 anos, dedicou apenas os sábados de 2011 para estudar para o vestibular, já que de manhã cursava o último ano do ensino médio e à tarde trabalhava como aprendiz de auxiliar-administrativo. Filho de um porteiro e uma dona de casa, o estudante formado pela Escola Estadual Miguel Munhoz Filho, no Capão Redondo, bairro da Zona Sul de São Paulo, viu seu esforço ser recompensado ao ver seu nome na lista de aprovados para o curso de relações internacionais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).



Ele agora planeja a viagem à capital fluminense com o amigo Michael Cerqueira de Oliveira, que também foi aprovado na UFRJ, em economia.

A UFRJ aplica a política de ação afirmativa em forma de cotas, portanto, João Paulo afirmou que disputou 18 das 60 vagas em relações internacionais com outros estudantes egressos de escolas públicas e com renda familiar abaixo de um salário mínimo nacional.

Mesmo com as dificuldades em sair da casa dos pais para fazer faculdade, o estudante se mostrava animado e otimista. "Na vida tudo é um desafio, mas a gente encara, o importante é ter fé e ir embora", disse.

Inclusão
O aluno afirmou que não teria uma oportunidade como essa se não fosse o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Sou muito grato ao Enem. Apesar de algumas falhas que ocorreram durante a correção e a aplicação [das provas], vale a pena, porque o Enem inclui o aluno de escola pública como eu dá a chance de fazer uma boa universidade, acho que isso, apesar dos problemas dele, é uma atitude que merece aplauso."

Como trabalhava, ele tinha apenas o fim de semana para estudar para os vestibulares. Acabou participando de um grupo de estudos aos sábados, idealizado pelo amigo Michael, com outros quatro colegas. "Era difícil estudar aos domingos, o corpo precisa descansar."

João Paulo acertou 110 questões no Enem 2011, de um total de 180. Pelos cálculos da disputa na UFRJ, sua média do Enem foi de 725,22, e a nota de corte para as 18 vagas da cota de relações internacionais foi 717,96.

"O que me salvou foi a redação, que tem peso maior", disse o estudante que conseguiu 960 pontos com seu texto dissertativo-argumentativo com o tema "viver em redes no século XXI: limites do público e do privado".

Agora, o aluno só consegue pensar na viagem para fazer a matrícula. Ele também espera o resultado da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que oferece o curso de relações internacionais no campus de Franca. "Mas eu prefiro o Rio [de Janeiro], porque acho que o campo de atuação lá é maior e tem mais oportunidades."

Fonte: G1

A nova velha ideia do Diretor de Hogwarts aprovada pelo Ministro da Magia Geraldo Alckimin

Mais uma vez o ministro da magia, Geraldo Alckmin, aprova um feitiço tão novo quanto aquele do abracadabra. Por meio do seu diretor de  Hogwarts, Herman Jacobus Cornelis Voorwald, o ministro da magia também conhecido como picolé de chuchu busca acabar com o fracasso escolar tucano com mais uma poção já conhecida de seus pequenos aprendizes da magia da privataria: mais um professor na sala de aula.Depois de Bellatrix Lestrange( Rose Neubawer) promover os primeiros feitiços de desvalorização do profissional da educação e sucateamento das escolas estaduais e do almofadinha e garboso Gilderoy Lockhart(Gabriel Chalita), o qual personagem cabe muito bem, ter promovido nada de interessante, e apenas ter apertado cada vez mais o professor em uma jornada sufocante de trabalho, o diretor de Hogwarts vem com uma nova velha ideia. Qual a inovação? Segundo os magos de plantão a diferença é que agora o professor que vai estar junto com o professor titular é um já formado ao invés de um aluno em formação como no "bolsa - alfabetização". KAZAM!!!!!!! 
Mais uma vez tentam fazer o avesso do convexo do absurdo. kkkkkkk!
Por que será que ao invés de diminuir a quantidade de alunos, aumentar o salário do professor, valorizar a carreira do mesmo, insistem em colocar mais um professor em sala de aula?
Daqui a pouco vai ter mais professor em sala de aula do que aluno!
Para o Ministro da Magia Tucana ta mais fácil fazer aparecer professor em sala de aula do que salário no bolso do professor e coelho na cartola.