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terça-feira, 12 de março de 2013

SME de São Paulo convoca professores de Educação Infantil


Convocação nº06 (DOC de 12/03/2013, página 43) 
DE 11 DE MARÇO DE 2013 
CONCURSO DE INGRESSO PARA PROVIMENTO DE CARGOS VAGOS DA CLASSE DOS DOCENTES – PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL 
Escolha de vagas e retirada de guia médica para exames médicos pré-admissionais.
O secretário municipal de Educação, no uso de suas atribuições legais e considerando:
- a classificação definitiva dos candidatos aprovados no referido Concurso, conforme publicação no DOC de 11/06/2010;
- o disposto no § 1º do artigo 123 da Lei nº 14.660/2007, CONVOCA os candidatos aprovados no Concurso para provimento de cargos vagos de Professor de Educação Infantil, para escolha de vagas e retirada de guia para exames médicos pré-admissionais.
Os candidatos acima convocados deverão comparecer ao auditório da Conae 2, na Av. Angélica, 2606, Consolação, de acordo com o seguinte cronograma:
PROFESSOR DE EDUCACAO INFANTIL
DIA 01/04/2013
Horário                     Classificação
9h às 10h                 2886 a 2925
10h às 11h               2926 a 2965
11h às 12h               2966 a 3009
12h às 12h30           retardatários do dia

OBSERVAÇÕES:
1 - Os interessados ou seus procuradores habilitados para tal deverão comparecer no local e horário acima indicado, munidos dos seguintes documentos:
- cédula de identidade;
- demonstrativo de pagamento (quando for servidor municipal).
1.1 - Os procuradores deverão estar munidos de cópia dos documentos de seus representantes e dos respectivos documentos de procuração.
2 - No final de cada sessão serão chamados os retardatários do horário, obedecendo à ordem de classificação.
3 - No final do processo de escolha serão chamados os retardatários das escolhas, obedecendo à ordem de classificação nos moldes do cronograma supra.
4 - O não comparecimento dos candidatos convocados às sessões de escolha acarretará a imediata disponibilização das vagas para chamadas subsequentes de outros candidatos aprovados.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Educação e liberdade - parte II

O fato é que estamos longe de alcançar uma ampla mudança educacional. A base de nosso sistema, a educação básica - que compreende ensino infantil, fundamental e médio(exceção feita às escolas técnicas)-, está em condição absolutamente deplorável, provocada por décadas da política de elites dominantes que nunca priorizam esse sistema, preferindo direcionar os investimentos públicos para interesses que sustentaram a corrupção e o lucro próprio ou o das grandes corporações. Um dos resultados que nitidamente denuncia a fragilidade de nosso sistema escolar é o índice de alfabetização de crianças. A escola pública, em grande parte de nosso país, ainda não está conseguindo alfabetizar seus alunos, como demonstram diversos artigos, reportagens e dados oficiais e não oficiais.
De forma constante, o ensino superior público brasileiro seguiu trajetória um pouco diferente. Desenvolveu - se historicamente à sombra dos interesses das classes dominantes, criando todavia, a partir do governo Lula, um paralelo surpreendente de oportunidades para uma nova classe média, com a emergência de expectativas e pressões que jamais poderão ser ignoradas.
Incorpora - se a isso a ampliação do ProUni e encontramos um horizonte novo e promissor, mas ainda distante da resolução das necessidades educacionais dos jovens brasileiros. Nos últimos anos dobrou a proporção de jovens de 18 a 24 anos(13,9%) cursando o ensino superior. Mesmo assim, o percentual é baixo quando comparado a diversos países - o Chile, por exemplo, que nesse campo ultrapassa 50%.
Nossa revolução educacional ainda não foi lançada. O país ainda permanece no nível do consumo alienado, sem a devida apreensão do domínio do trabalho e dos alicerces essenciais científicos e tecnológicos. Consumimos produtos sem a preocupação com a origem, com a forma ou com os fundamentos de sua produção. Não existem laboratórios de química, biologia e física em praticamente todas as escolas do ensino público fundamental e médio. Apenas uma minoria de crianças das classes de menor renda chega à universidade. No entanto, são as mesmas classes que são responsáveis pela metade do crescimento das vendas de alimentos, artigos de higiene e limpeza e bens duráveis no país. Compreender e dominar os fundamentos da energia química e elétrica é talvez mais importante do que mera utilização da TV, do computador com monitor LED ou do próprio celular. Os que criaram e os que produzem tais objetos têm a exata noção do que significa a agregação de valor quando criam, comercializam e vendem tais produtos...

Texto de José Weber Freire Macedo para o livro " Políticas Públicas para um novo projeto nacional de desenvolvimento: a experiência dos comunistas."



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Dilma: creches diminuem desigualdades entre ricos e pobres

A presidenta Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (11) que investir em creche é a chance que o país tem de enfrentar “na raiz” o problema da desigualdade entre ricos e pobres. Ela anuncia na segunda-feira (14), em cerimônia no Palácio do Planalto, ações nas áreas de saúde e educação, como vagas em creches, além da ampliação do Programa Bolsa Família.


“ Na creche você vai garantir acesso aos melhores estímulos. Lá, a criança vai ter estímulos pedagógicos, vai ser despertada nela a curiosidade, todas aquelas qualidades que depois vão ser impontantes para ela enfrentar a disputa no mercado de trabalho”, disse, em Betim (MG), durante cerimônia para inauguração de uma escola de educação infantil. No domingo (13), Dia da Mães, a presidenta fará pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV.

No discurso em Betim, Dilma destacou o papel das creches na criação de melhores oportunidades. “Um país tem que ser medido pelo que ele faz pelas suas crianças, dando oportunidades iguais a elas. O grande caminho da inclusão é a educação e ai a creche é o grande vestibular no qual a criança entra e garante uma vida de oportunidades maior.”

Além do lançamento de uma escola de educação infantil do Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), do governo federal, a cerimônia marcou também a entrega de 1.160 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida. Ao falar sobre o Minha Casa, Minha Vida, Dilma disse que, sem o programa, as pessoas que ganham um salário mínimo não conseguiriam adquirir uma casa própria. "Era impossível alguém comprar casa nesse Brasil se ganha até um salário mínimo, porque a equação não fecha.”

O Proinfância tem como meta a construção de 6 mil creches até 2014. Segundo o Ministério da Educação, foram firmados mais de 1,5 mil convênios no ano passado, no entanto, as creches ainda não estão prontas. Atualmente, menos de 20% das crianças até 3 anos estão matriculadas em creches, sejam elas públicas ou privadas.

Fonte: Agência Brasil