quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Os pais pensam no tipo de Educação que os filhos terão?

Qual será a preocupação de uma mulher e um homem ao saber que terão um filho? Várias! E as financeiras sempre parecem primeiro e tomam contam da mente dos pais. Mas e depois de resolvidas ou parcialmente resolvidas essas questões será que os pais do futuro rebento pensam e planejam o tipo de Educação(formal - aquela escolarizada, sistematizada) que eles querem para sua criança?
Não podemos responder estatisticamente mas acreditamos que não. E para verificar essa questão abrimos no libertat&liberdade, twitter:@jonnymendes65, no facebook e no Orkut uma enquete com a pergunta: 
"Ao saber que você seria mãe ou pai, você passou a planejar que tipo de educação(formal/escolar) que seu filho/filha teria?" 
Assim com essa pergunta toda quinta- feira tentaremos colocar de forma clara que tipo de Educação consideramos adequada para o melhor desenvolvimento para as crianças. 


Enquete


AO SABER QUE VOCÊ SERIA MÃE OU PAI, VOCÊ PASSOU A PLANEJAR QUE TIPO DE EDUCAÇÃO(FORMAL/ESCOLAR) QUE SEU FILHO/FILHA TERIA?


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Professores e Governo retomam diálogo sobre rumos da greve


Após quase seis horas de reunião, realizada na tarde da última terça-feira (04/10), no Palácio da Abolição, professores e Governo não chegam a um acordo e greve continua. 


Com as atividades paralisadas desde o dia 05 de agosto, os professores saíram da negociação com a promessa de que o Governo do Estado está disposto a renegociar os valores do aumento salarial. Também ficou acertada a criação de uma tabela para incluir todos os professores, tanto os de nível médio quanto os da rede fundamental, nos novos valores.

Durante a reunião, Ivo Gomes, chefe do Gabinete do Governador, ressaltou que o canal de comunicação entre Governo e o movimento sempre esteve aberto, destacando que esta foi a oitava reunião, desde o início da greve. Ele reiterou a ata da última reunião da categoria com o Governador Cid Gomes, ocorrida no dia 22 de setembro, e pediu a suspensão da greve. “O Governo já fez vários gestos para que a paralisação terminasse. Passamos cinco anos para corrigir o calendário escolar e veio a greve. A nossa angústia é verdadeira”.

Outro ponto destacado pelo secretário na ata anterior é o compromisso do Governo de construir uma tabela coletivamente dos vencimentos utilizando 29,5% do orçamento do Estado destinado à educação – um dos maiores do País – , onde todos os profissionais do Magistério tenham ganho salarial. A ata da reunião do último dia 22 destaca ainda a implementação do um terço da carga horária para extraclasse em 2012; realização de concurso público para professor em 2012 e o não encaminhamento de mensagem que trata de avaliação de desempenho sem que o tema seja debatido entre Governo e categoria.

Pelo fim da greve

Segundo Izolda Cela, Secretária de Educação do Estado, a reunião foi de grande importância para ambas as partes. Ela reiterou que o Governo está disposto a ouvir a proposta de aumento dos professores, desde que se encaixasse no orçamento disponível para educação. "Nós pedimos uma proposta com base na realidade. É fácil propor sem ter conhecimento da real disponibilidade de orçamento. Esperamos que o Sindicato possa aceitar a proposta do Governo. Os alunos estão pagando o prejuízo e, por mais que as aulas sejam repostas, esse prejuízo é irrecuperável", disse.

A secretária afirmou ainda que, caso a categoria suspenda a greve até sexta-feira (07), o Governo do Estado estaria disposto a dispensar a multa determinada pela Justiça ao Sindicato dos educadores pelo descumprimento da determinação de suspender a paralisação. Na sexta-feira a multa já deve estar acumulada em R$300 mil, segundo estimativa do Governo.

Para o Deputado Estadual Lula Morais, que também participou da reunião, o encontro mostrou-se otimista a uma construção coletiva das propostas de modo que favoreça os dois lados do debate. “Politicamente, vejo este como um momento favorável para o avanço das negociações. É preciso recuar para poder avançar e espero que professores e o Governo tenham este discernimento”, ponderou. Também participaram do encontro os deputados estaduais Antonio Carlos (líder do Governo na Assembleia) e Professor Teodoro.

Avanços

O presidente do Sindicato Apeoc, Anízio Melo, explicou que, pela primeira vez, o Governo do Estado acenou com a possibilidade de que os níveis de referência - que vão de um a 30, conforme a graduação do docente - venha a ser observado no pagamento do piso salarial estipulado por lei federal, e que corresponde a R$ 1.187,00. "Há uma perspectiva de repasse dos níveis de forma escalonada", disse.

Devido ao atraso por conta da reunião que se estendeu por quase seis horas, a assembleia geral dos professores, agendada para as 17h no Ginásio Paulo Sarasate ficou comprometida. O comando de greve pediu prazo para levar a proposta para a próxima assembleia da categoria, que deverá acontecer na próxima sexta-feira (07), quando será votada a suspensão ou não da greve. 

Novas atividades

Até lá, os professores já confirmaram uma série de atividades para discutir as propostas apresentadas durante a reunião. Para esta quarta-feira (05), está marcada mais uma reunião entre integrantes da Secretaria de Educação e representantes da Apeoc na sede da promotoria de defesa da educação do Ministério Público Estadual. O encontro foi solicitado pela OAB-CE e pelo MPE para tentar encontrar uma saída para o impasse.

O comando de greve também começa nesta quarta-feira novas reuniões com os professores nas regionais de Fortaleza, os chamados Zonais da Educação no Ceará. O objetivo destas reuniões descentralizadas é dialogar com os professores. As opiniões emitidas durante estes encontros serão levadas à assembleia geral da próxima sexta-feira.

Novo Calendário de Reuniões

14h: Matias Beck (Reg II)
15h: Ant. Bezerra no J.B.M
14h: Horizonte
14h: Caucaia no Liceu
14h: Mariano Martins
17:30h: Maranguape

Quinta-feira (06/10): 15h - Ida ao Palácio da Abolição.

Sexta-feira (07/10): 8h - Comando de greve. 15h - Assembleia Geral no Ginásio Paulo Sarasate.

De Fortaleza,
Carolina Campos

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Greve: professores acampam e fazem greve de fome em MG

Desde a noite de terça-feira (20), professores da rede estadual de Minas, em greve há 106 dias, acampam na Assembleia Legislativa do estado. Dois professores, que fazem parte da vigília, iniciaram uma greve de fome por tempo indeterminado em favor do movimento na segunda (19).
Segundo o Sindi-UTE (sindicato que representa a categoria), cerca de 250 professores dormiram nas dependências externas da Casa. No momento, diz o sindicato, há cerca de 500 grevistas no local. Para a Assembleia, são cerca de 300 pessoas.

O objetivo da vigília, segundo Beatriz Cerqueira, coordenadora do sindicato, é sensibilizar os deputados para que não votem a proposta feita pelo governo, da qual o sindicato discorda.

Em assembleia realizada ontem, os grevistas decidiram continuar a greve por tempo indeterminado. A paralisação foi considerada "abusiva" pelo Tribunal de Justiça de MG, em decisão liminar, mas o sindicato recorreu. Confira a nota de esclarecimento do sindicato a respeito da decisão do TJMG.

Greve de fome
Dois professores da rede estadual de educação protestam desde o final da tarde de segunda-feira (19) em frente à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Belo Horizonte. Os educadores Abdon Geraldo Guimarães e Marilda de Abreu Araújo afirmaram que estão em greve de fome por tempo indeterminado e só pretendem sair do local quando as negociações salariais entre o governo e o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) forem retomadas.

"O nosso propósito é que o governo se sensibilize e abra negociação com o sindicato, porque o que ele está oferecendo não atende a categoria, e também em solidariedade aos companheiros que estão desde o dia 8 em greve. Alguns estão até sem alimento em casa. Nós vamos ficar até o dia que o governo fizer abertura (das negociações), ou que a greve chegue ao fim", disse Marilda, que é diretora do Sind-UTE e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Pauta

Foto: SindUte-MG
Assembleia de professores realizada nessa terça-feira (20) decidiu pela manutenção da greve.
A reivindicação inicial era o pagamento do piso salarial nacional, de R$ 1.187, para jornadas semanais de 24 horas. A lei federal que instituiu o piso nacional dos professores, no entanto, prevê esse valor para jornadas de 40 horas.

Agora os professores já admitem a redução do valor de forma proporcional, possibilidade reconhecida pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que referendou a lei.

Após quase três meses de greve, o governo do Estado propôs o valor proporcional: R$ 712 além de gratificações. Os professores, contudo, recusaram a oferta porque o vencimento básico não distingue os professores segundo a escolaridade (nível médio ou superior).

O STF reconheceu que o piso salarial da categoria deve ser o vencimento básico, sem as gratificações. Os grevistas admitem receber os R$ 712, desde que o valor seja elevado para os professores com nível superior – possibilidade descartada pelo governo.

Como alternativa, o governo oferece o que chama de "subsídio" – soma do vencimento básico com gratificações – previsto em lei estadual. A adesão é opcional. Para 24 horas semanais, o subsídio vai de R$ 1.122 a R$ 1.932, a depender da escolaridade.

Na segunda-feira, segundo levantamento da Secretaria de Estado de Educação (SEE), 11.357 profissionais da educação permaneciam fora das salas de aula. Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), 50% dos profissionais estavam parados nessa segunda (19).

Da Redação, com Folha e Terra

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Com todo respeito Haddad!

Li a noticia de que o ministro Fernando Haddad e seus técnicos do MEC querem aumentar os dias letivos de 200 para 220 ou aumentar a carga horária para sete hora diária(seria integral!). Com todo respeito Haddad! Não! Como escreveu Rubem Alves" é mais perigoso um técnico de boca aberta do que uma urna fechada". De acordo com os técnicos do MEC o aumento da carga horária deve a ideia de expor os estudantes mais tempo ao conhecimento já que em nosso país os alunos ficam menos tempo que em outros com índices educacionais mais avançados.Pergunto: só na escola há conhecimento? Onde estão os teatros, centros culturais, centro de exposição, casas de shows, circos e  outros?Cadê as quadras, praças, bibliotecas, piscinas? Em qual hora do dia a família irá se reunir para conversar, se relacionar, se ver? Será que é aumentando a carga horária/dias letivos realmente vai aumenta a exposição das crianças ao conhecimento? Ou vai mais uma vez diminuir o tempo que os pais passam com os filhos, assim justificando a não diminuição da jornada de trabalho para 40 horas, quiçá 35 horas?
O ministro Haddad juntamente com a ministra Ana B. de Holanda deveriam criar um programa, um PAC, talvez, de exposição dos indivíduos ao conhecimento em todo local de relação social dos indivíduos, não só na escola. Pois não só as crianças merecem, todos merecem. Não só a escola é um local propicio para o conhecimento, todos os locais são até a rua.
Aumento da carga horária ou dia letivo NÃO! Diminuição da jornada de trabalho SIM! Aumento de teatros públicos, centros culturais públicos, centros de exposições públicos, museus públicos, casa de shows públicas,piscinas públicas,cinemas públicos, quadras públicas, campos públicos, praças públicas, galerias públicas SIM!